3 de dezembro de 2009

Igrejas cheias... de pessoas vazias!


Um trecho da mensagem expositiva de Cleison Brugger

Infelizmente, nossas igrejas estão cheias!

Mas não cheias de pessoas que tem sede pela palavra, ou de vidas que estão no afã de encontrar Deus!

As igrejas estão cheias... mas de pessoas vazias!

Pessoas que fingem sentir uma suposta presença, quando caem, pulam, gritam e choram, mas que, quando acaba aquele momento, tudo volta a ser como era antes!

Vidas que entram nas igrejas em busca de seus próprios interesses, esperando de Deus uma grande bênção! não sabe ela que a maior bênção é a presença dEle! É tê-lo conosco!

Vidas enganadas! Sim, vidas perdidas!
Vidas que caminham para a perdição! é isso que temos tido em nossas igrejas!

Mas como não ter pessoas assim, já que as palavras que emanam dos púlpitos não passam de  retórica humana! palavras egocêntricas, para satisfazer pessoas egocêntricas!

A imagem do pastor amigo e da comunhão fraterna eclesiástica se perdeu.
Hoje temos uns homens que mais parecem médicos de plantão do que pastores, que em vez de abençoar-nos com palavras abençoadoras, arruínam nossas vidas!

As pessoas entram vazias e saem vazias!

Não existe um objetivo de encontrar Deus, de ouvir uma boa palavra ou de adorar com belos cânticos!

As pessoas entram com objetivos carnais e materiais, porque os ministros ensinam assim!
Eles ensinam que não precisamos sofrer! que estar doente é estar amaldiçoado!
Que ser pobre é ser amaldiçoado!

Quanta tristeza!
é triste saber que vidas estão indo para o inferno porque vão à IGREJA!
Porque do que adianta ir à igreja e não ouvir sequer uma palavra que seja bíblica?
aprender sequer uma coisa que garanta uma vida plena em Deus? que me faça entender que Deus é o meu maior presente, e eu não preciso de mais nada?

Faze com que voltemos a Ti, ó SENHOR, sim, faze-nos voltar! Faze com que a nossa vida seja outra vez como era antes, em Ti.

1 de dezembro de 2009

Em tudo dai graças! Até pela propina?

I Tessalonicenses 5:18:
“Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.”

Amém! Em tudo dai graças! Mas, até na propina?

(Indisponível aqui; veja no Youtube)

Nesse vídeo, aparecem três figuras:
1. O Ex policial Durval Barbosa.
2. Rubens César Brunelli [O que tá "dando graças" pela propina recebida!] (PSC-DF) / PSC (Partido Social Cristão);
3. e Leonardo Prudente (DEM)

Durval Barbosa tinha vários vídeos comprometedores mostrando a ação com vários políticos.
O deputado Rubens Brunelli é pastor e filho do "Ahhhpóstolo" Doriel de Oliveira, fundador da igreja Casa da Benção. O deputado Leonardo Prudente é membro da Igreja Sara Nossa Terra. Além disso, o vice-governador do Distrito Federal, Paulo Otávio, é membro da Sara Nossa Terra também. Otávio também está envolvido nas acusações do mensalão do governo Arruda.

É.. esses "irmãos" aí aprenderam direitinho no Seminário do Edir Macedo!

Só não esqueçam de dar o dízimo hein!!

A Loucura do Evangelho ou as Loucuras dos Evangélicos?



O apóstolo Paulo escreveu aos coríntios que a palavra da cruz é loucura para a mente carnal e natural, para aqueles que estão perecendo (1Co 1:18, 21, 23; 2.14; 3.19). Ele mesmo foi chamado de louco por Festo quando lhe anunciava esta palavra (Atos 26.24). Pouco antes, ao passar por Atenas, havia sido motivo de escárnio dos filósofos epicureus e estóicos por lhes anunciar a cruz e a ressurreição (Atos 17:18-32). 
 
O Evangelho sempre parecerá loucura para o homem não regenerado. Todavia, não há de que nos envergonharmos se formos considerados loucos por anunciar a cruz e a ressurreição. Como Pedro escreveu, se formos sofrer, que seja por sermos cristãos e não como assassino, ou ladrão, ou malfeitor, ou como quem se intromete em negócios de outros (1Pedro 4.15-16).

Nesta mesma linha, na carta que escreveu aos coríntios, o apóstolo Paulo, a certa altura, pede que eles evitem parecer loucos: "Se, pois, toda a igreja se reunir no mesmo lugar, e todos se puserem a falar em outras línguas, no caso de entrarem indoutos ou incrédulos, não dirão, porventura, que estais loucos?" (1Co 14:23). Ou seja, o apóstolo não queria que os cristãos dessem ao mundo motivos para que nos chamem de loucos a não ser a pregação da cruz.

Infelizmente os evangélicos - ou uma parte deles - não deu ouvidos às palavras de Paulo, de que é válido tentarmos não parecer loucos. Existe no meio evangélico tanta insensatez, falta de sabedoria, superstição, coisas ridículas, que acabamos dando aos inimigos de Cristo um pau para nos baterem. Somos ridicularizados, desprezados, nos tornamos motivo de escárnio, não por que pregamos a Cristo, e este, crucificado, mas pelas sandices, tolices, bobagens, todas feitas em nome de Jesus Cristo.

O que vocês acham que o mundo pensa de uma visão onde galinhas falam em línguas e um galo interpreta falando em nome de Deus, trazendo uma revelação profética a um pastor? Podemos dizer que o ridículo que isto provoca é resultado da pregação da cruz? Ou ainda, o pastor pião, que depois de falar línguas e profetizar rodopia como resultado da unção de Deus? (foto) Ou ainda, a "unção do leão" supostamente recebida da parte de Deus durante show gospel, que faz a pessoa andar de quatro como um animal no palco?

Eu sei que vão argumentar que Deus falou através da burra de Balaão, e que pode falar através de galináceos ungidos. Mas, a diferença é que a burra falou mesmo. Ninguém teve uma visão em que ela falava. E deve ter falado na língua de Balaão, e não em línguas estranhas. Naquela época faltavam profetas - Deus só tinha uma burra para repreender o mercenário Balaão. Eu não teria problemas se um galinheiro inteiro falasse português na falta de homens e mulheres de Deus nesta nação. Mas não me parece que este é o caso.

Sei que Deus mandou profetas andarem nus e profetizarem e fazerem coisas estranhas como esconder cintos de couro para apodrecerem. E ainda mandou outros comerem mel silvestre e gafanhotos e se vestirem de peles de animais. Tudo isto fazia sentido naquela época, onde a revelação escrita, a Bíblia, não estava pronta, e onde estes profetas eram os instrumentos de Deus para sua revelação especial e infalível. Não vejo qualquer semelhança entre o pastor pião, a pastora leoa e o profeta Isaías, que andou nu e descalço por três anos como símbolo do que Deus haveria de fazer ao Egito e à Etiópia (Is 20:2-4).

Eu sei que o mundo sempre vai zombar dos crentes, mas que esta zombaria, como queria Paulo, seja o resultado da pregação da cruz, da proclamação das verdades do Evangelho, e não o fruto de nossa própria insensatez.

Eu não me envergonho da loucura do Evangelho, mas das loucuras de alguns que se chamam de evangélicos.